Cultura
Imprimir Partilhar

Já se conhecem os vencedores do Cinanima 2020

Altötting, Rivages e Elo são os grandes vencedores da 44.ª edição deste festival
Habitualmente promovido em formato presencial, a 44ª edição do Cinanima decorreu exclusivamente através da internet, disponibilizando os cerca de 300 filmes da competição e do seu programa paralelo através de uma plataforma online.  

O Grande Prémio CINANIMA 2020 foi para "Altötting", obra de 11 minutos em que o alemão Andreas Hykade revela como na cidade que dá nome ao filme descobriu a sua paixão de infância pela Virgem Maria. Esta história repleta de metáfora conquistou o júri constituído por Manuel Mozos, Florence Miailhe e Jayne Pilling. 

O Prémio Especial do Júri foi atribuído a "Rivages", da realizadora e ilustradora francesa Sophie Racine, uma curta-metragem sobre sensações e uma tempestade numa pequena ilha que desperta todos os sentidos. 

Na secção de curtas-metragens foram também premiados "Metro”, do russo Valentin Tyuterev; "Apfelmus”, do austríaco Alexander Gratzer; e "Folie Douce, Folie Dure”, da francesa Marine Laclotte.  

"White Horse”, de Yujie Xu, do Reino Unido, arrecadou o prémio de melhor filme de estudantes; e "The Nose or the Conspiracy of Mavericks”, de Andrey Khrzhanovsky, foi eleita a melhor longa-metragem.  

Na competição nacional, a curta-metragem "Elo", sobre duas personagens que procuram adaptar-se durante um dia anoitecido,  de Alexandra Ramires, venceu o Prémio António Gaio. Esta obra já foi premiada noutros festivais pelo registo poético em é abordada uma história de "adaptação", a partir de um argumento cuja autoria a jovem realizadora partilha com a poetisa Regina Guimarães. 

"Decapitada”, do Coletivo Escola Básica e Secundária Dr. Machado de Matos, e "Walkthrough”, de Sofia Salt, foram distinguidos com o Prémio Jovem Cineasta Português na respetiva categoria. 
Ler mais