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Apresentação do livro “Brisa de estados e reflexos”
13 Dez 2025
Data
13 Dez
Hora
15:00
Local:
Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva
Preço:
Entrada livre
Sessões:
15:00
A Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva acolhe, no próximo dia 13 de dezembro, pelas 15h00, na Sala Polivalente, a apresentação do livro "Brisa de estados e reflexos”, da autoria de Ana Maria Pereira.
Esta sessão literária convida o público a conhecer uma obra profundamente intimista e poética, marcada pela sensibilidade da autora e por uma escrita que nasce da memória, da reflexão e da necessidade interior de expressão. Um encontro com a palavra, o silêncio e a emoção, num espaço de partilha entre autora e leitores.
A entrada é livre. Contamos com a sua presença.
Sinopse
Há livros que nascem do ofício, outros, da urgência, e há os que brotam da alma, como se fossem sussurros longamente amadurecidos na intimidade do silêncio. "Brisa de estados e reflexões” pertence a esta última linhagem: a dos livros que não se escrevem por escolha, mas por necessidade.
São memórias
embrulhadas por delicados laços de cetim,
endeusam o passado perdido
banhando-o naquela patine
tão própria do lastro melancólico deixado pelo tempo.
Restam sempre alguns pedaços arredios
dos caminhos sem volta
porque os melhores sabores
são aqueles que teimam em perfumar a nossa nostalgia.
Biografia
Ana Maria Pereira nasceu em Espinho em 1958.
É casada, mãe de dois filhos e avó de um neto.
É licenciada pelo Instituto Politécnico do Porto em Análises Clínicas e Saúde Pública e especializada na área da Imunologia, na qual trabalhou ao longo de quase 40 anos no Centro Hospitalar e Universitário de S. João no Porto.
Pós-graduada em Gestão da Qualidade em Laboratórios Clínicos pela Universidade Católica Portuguesa no Porto, trabalhou como Auditora Interna em vários processos de certificação naquele hospital.
A leitura foi uma paixão que a acompanhou desde que aprendeu as primeiras letras.
Leu sempre e muito. Bibliotecas e feiras do livro foram (e são) lugares que sempre gostou de frequentar por forte influência do seu pai, que tanto a estimulou a conhecer os escritores clássicos, primeiro os portugueses e depois, os espanhóis, os franceses, os ingleses e os russos.
Mais tarde surgiu a necessidade da escrita.
Foi no ano de 2018 que começou a levar mais a sério esse impulso e a poesia passou a fazer parte do seu quotidiano como forma de evasão e transcendência.
"Escrever para mim não é um dom, é um ofício, é catarse. Devo aos meus amigos mais ligados às letras, o incentivo à publicação do que fui escrevendo.”
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