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Hidrografia

A água é fundamental para a sobrevivência do homem: é o elemento mais crítico e importante para a vida humana. Como objeto de estudo da hidrografia abrange oceanos, mares, glaciares, água do subsolo, lagos, água da atmosfera, rios e ribeiras. São estas últimas que caracterizam a hidrografia das freguesias rurais do concelho de Espinho. De facto durante séculos as ribeiras do Mocho, de Silvalde e de Rio Maior foram o melhor amigo do lavrador: para além de lhe proporcionarem frescura e lazer, sementavam-lhe os campos, aumentavam-lhe a produção e faziam mover os seus moinhos. No seu correr, desde o topo noroeste do concelho de Santa Maria da Feira, emergia um trajeto de frescura e verdura, onde os açudes e moinhos completavam o cenário que hoje é somente uma memória de um quotidiano ribeirinho que novos tempos fizeram murchar.

Os cursos de água superficiais são praticamente inexistentes, encontrando-se a rede e capacidade hidrográfica do concelho de Espinho muito reduzida.

Apenas atravessam o concelho três ribeiras: Paramos, Silvalde e Mocho que normalmente têm fracos caudais de estiagem sendo aproveitados para a agricultura. Na parte Sul do concelho localiza-se a Barrinha de Paramos. A área da Barrinha de Paramos com cerca de 40ha é envolvida por uma vasta faixa de zona húmida. Este é um local de grande valor ecológico, área muito sensível e que urge preservar pela riqueza de espécies aí localizadas quer animais quer vegetais.

Os recursos naturais não são inesgotáveis constituindo uma riqueza patrimonial que dever ser salvaguardada. 



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