EM ESPINHO
Siga-nos:
Turismo
Casas de Lavoura

Em 1926, à freguesia de Espinho juntaram-se mais quatro: Anta, Guetim, Paramos e Silvalde. Espinho era a mais citadina e as restantes rurais, sendo que as suas histórias, estão diretamente relacionadas com o trabalho no campo. A agricultura era na época um aspeto dominante da paisagem e da economia tradicional da região.

Devido à atividade exercida neste meio, eram muitas as casas de lavoura existentes. Funcionavam como local de trabalho e de descanso para os lavradores. 

Praticava-se sobretudo uma agricultura de subsistência, caracterizada por pequenas propriedades e que representavam o centro da produção. A mão-de-obra era familiar e as técnicas tradicionais e rudimentares. Eram vários os instrumentos e alfaias utilizados nos trabalhos de lavoura, tais como, o carro de bois, a canga, a sachola, o semeador, o arado, o sachador, a foicinha, a peneira, o crivo, o mangual ou malhador, a enxada, o engaço, a gadanha, a forquilha, o ancinho.

Os lavradores cultivavam sobretudo milho, linho, azevém, e dedicavam-se à criação de gado. O produto da terra destinava-se ao sustento da família e alimentação do gado. Os excedentes eram vendidos na feira semanal e no mercado diário.

No concelho de Espinho aquando da matança do porco, o lavrador juntava-se ao vareiro para ajudar nestes trabalhos, que se realizavam no pátio ou eira da casa do lavrador. 

Ainda hoje é possível visitar algumas casas de lavoura que fazem parte das tradições etnológicas e etnográficas do concelho.
Algumas casas de lavoura: Solar dos Pintos - Paramos; Casa de Lavoura de Guetim.


« voltar

© 2017 Câmara Municipal de EspinhoTodos os direitos reservados