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Bactéria Xylella fastidiosa

Todos devemos contribuir para não dispersar esta bactéria. Afecta apenas plantas, não constitui um risco para pessoas ou animais
A bactéria Xylella fastidiosa, é considerada de quarentena, estando estabelecidas medidas de emergência contra a sua introdução e dispersão no território da União Europeia pela Decisão de Execução da Comissão (UE) 2015/789 de 18 de maio.
A presença da bactéria Xylella fastidiosa foi confirmada pela primeira vez em 3 de janeiro de 2019 numa amostra composta por plantas de Lavandula dentata, na freguesia de Avintes, concelho de Vila Nova de Gaia. Em resultado dessa deteção foi estabelecida uma "Área Demarcada" constituída pela: "Zona Infetada", a qual inclui os vegetais de Lavandula dentata que se detetaram infetados, os restantes da mesma espécie que se encontraram na sua proximidade imediata e aqueles com origem comum, bem como, todos as plantas hospedeiras da subespécie da bactéria que se encontraram num raio de 100m em redor; e pela "Zona Tampão" circundante de 5 km de raio que abrangia parte da área pertencente aos concelhos de Vila Nova de Gaia e de Gondomar.
A atual "Área Demarcada" para Xylella fastidiosa, que se encontra presente no concelho de Espinho, nas freguesias de Anta e Guetim.

Ficam notificados, ao abrigo do nº1 do artº 20º do Decreto-lei nº154/2005, de 6 setembro, todos os proprietários, usufrutuários, possuidores, detentores ou rendeiros de quaisquer parcelas de prédios rústicos ou urbanos localizadas na "Zona Tampão" da Área Demarcada", para a obrigatoriedade do cumprimento das seguintes medidas de proteção fitossanitária:
  • Proibição do movimento para fora da "Área Demarcada" de qualquer vegetal pertencente aos géneros e espécies constantes da "Lista de Géneros e Espécies sujeitos a Restrições Fitossanitárias" disponível na página eletrónica da DGAV;
  • Comunicação imediata aos serviços oficiais de qualquer suspeita da presença da bactéria.

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